De deputado do baixo clero, sem voz, no Congresso, à audiência global na ONU

De deputado do baixo clero, sem voz, no Congresso, à audiência global na ONU
Carlos Gomes Jornalista

Nesta terça-feira (21) o presidente Jair Bolsonaro faz discurso de abertura na Assembleia Geral da Organização das Nações Unida (ONU) em Nova York. Se uma das propostas do tema oficial do evento, divulgado pela ONU, é “Construindo resiliência por meio da esperança – para se recuperar de Covid-19”, seguramente, o presidente deve abordar o sucesso do país na vacinação. Aliás, a tal esperança, é o mesmo substantivo pinçado pela gente do marketing desses governos de esquerda que entregaram o país. Três campanhas presidenciais foram feitas com o mesmo tema!! Eles venderam ilusão, distribuíram riquezas aos países “amigos” por meio da construção de portos, hidroelétricas, metrôs, enquanto o Brasil sofria sem fazer o mínimo de investimento em infraestrutura. O deputado eleito sete vezes, que nem sempre teve o púlpito daquela casa Legislativa aberta para os duros discursos sobre pátria, costumes e Deus, tem o mundo pronto para ouvi-lo. Esse mesmo deputado fez, proporcionalmente, poucos discursos no Congresso. Ele defendia o tal baixo clero, partidos com espaço restrito no Legislativo, não aprovou grande quantidade de Projetos de Lei, porém foi intransigente com a questão do respeito à família e aos costumes. Essa mesma figura, que fala da forma que o povo entende, sem meias palavras, ou mesmo os códigos formais que separam políticos e povo, deve mostrar o Brasil que não está nas manchetes da mídia brasileira ao mundo. Sim, o mesmo deputado, achincalhado e cuspido por opositores, tem hoje o respeito, o ouvido e a audiência do mundo. Como sempre, sem rodeios, ensaios ou atalhos. De outra maneira, à esquerda intransigente, que agora tenta transformar a tentativa de assassinato de um candidato a presidente em fake news, deve estar trabalhando para desconstruir o discurso, não importa o teor. Assim essa gente faz política. Sem dúvida, as viúvas do Planalto, precisam ouvir o discurso do presidente para desqualificar e impor a chancela de “genocida” a qualquer custo. É notório, essa organização criminosa entregou o equivalente a uma pandemia inteira de prejuízos e ausência de perspectiva na ocasião do impeachment de Dilma, quando pregava esperança!! Claro, a mídia tradicional do país, não vai falar nada que seja positivo ao discurso de Bolsonaro: os bolsos estão vazios, os acordos e apadrinhamentos, como eram, não existem, o desespero por uma mudança que retorne ao velho status quo bate à porta.  

Carlos Gomes – jornalista

Fonte: https://horabrasilia.com.br